Como sentir na pele objetos holográficos

11/08/2009

As tecnologias vão se unindo e criando novas possibilidades. Vai se criando um novo mundo, seja em 3D, seja em realidade aumentada, que permite novas interações entre o homem e a máquina. Entre as novidades, a holografia, que por muito tempo foi simplemente uma curiosidade pouco explorada, ganha um novo contexto.

Um grupo de professor da Universidade de Tókio uniu o sensor de presença, a holografia e o ultrassom para gerar um display promocional dos mais impressionantes. Através do sensor, ele altera a projeção de objetos e permite que você os sinta, por meio do ultrassom. Complicado? Não se você ver o vídeo abaixo. Vai entender como gotas holográficas mudam de rumo por causa da sua mão e porque você tem a sensação de que elas estão lhe tocando.

Os usos, no ponto de vendas, podem ser imensos. Imagine você rebater uma bola holográfica com um bastão de beisebol numa loja de artigos esportivos. Ou misturar cores para achar um tom exato numa loja de tintas?

Se o marketing experiencial for realmente uma das novas forças que estão aparecendo no mundo, essa nova ferramenta tem tudo para ser um de seus carros chefe.


A maior tela de HDTV do mundo

10/08/2009

Eu não sei você. Mas todas as vezes que vou a um show de música ou a um evento que tenha telão, acabo me pegando vendo a atração na tela e não olhando para o palco. Talvez seja a intimidade com a televisão. Talvez o tamanho da imagem na tela versus o tão pequeno o objeto real pareça, principalmente quando me sento mais ao fundo do local do espetáculo.

TV gigante no Estádio

Pois bem, o principal problema que eu via era a qualidade dos telões, que variavam de ruins a péssimos. Agora vem a notícia da inauguração do novo estádio dos Dallas Cowboys, um dos principais times de futebol americano. Na nova arena foi instalada a maior tela de plasma do mundo. São 49 metros de largura por 22 de altura. Algo como uma tela de 2.106 polegadas. Isso mesmo. São necessárias 4.920 televisões de 52 polegadas para compor uma imagem do mesmo tamanho. E você aí, feliz, porque comprou uma TV de LCD de 42 polegadas!

O maior problema que vejo é que vai ficar mais gostoso ver o jogo na tela, pois todos os detalhes estarão ali, bem na frente. E o torcedor vai pegar o carro, dirigir até o estádio, enfrentar as filas para entrar, sentar na cadeira e assistir na maior televisão a mesma transmissão que poderia ver em casa. Daí para eliminar o campo e criar jogos virtuais é só um passo.

Apesar disso, só posso dizer que estou louco para ver uma telas dessas ao vivo.


Convergência analógico e digital. O novo livro já chegou

16/04/2009

As verdadeiras revoluções na forma como nos relacionamos com o mundo ocorrem silenciosamente. Você precisa fazer um esforço para lembrar como o mundo era antes do computador, do celular, da internet. Essas tecnologias começam lentamente e, quando você percebe, é impossível não estar completamente envolvido com elas. 

Confesso que venho acompanhando atentamente a evolução do livro digital, o e-book, e o lançamento dos diversos equipamentos de leitura eletrônica, como o Kindle, da Amazon, ou o Sony Reader, da Sony. Já brinquei com um e fiquei maravilhado. Como bom mineiro, não comprei, esperando o momento em que existirão títulos suficientes em português para justificar o investimento. Esse, inclusive, é o principal motivo pelo qual os e-readers em geral ainda não decolaram: falta a criação do iPhone dos livros eletrônicos, aquele equipamento que revolucione para sempre o jeito de se ler livros no mundo.

Porém me chamou a atenção a evolução do livro de papel num mundo digital e como certos editores e livreiros vem fazendo uma transição entre os dois mundos de uma forma muito suave e silenciosa. Se formos pensar bem, o problema dos livros é similar ao que os jornais vem enfrentando. As notícias nos diários chegam às bancas já velhas, pois não dá para competir com a atualização imediata do meio digital. Podemos dizer o mesmo de livros técnicos, onde certos assuntos são rapidamente deixados para trás.

Livro A Lógica do Mercado de Ações

Qualquer livro que tenha sido publicado sobre mercado de ações em agosto do ano passado já está completamente defasado. Quem seria doido o suficiente para investir de acordo com suas dicas, considerando-se a crise ocorrida em outubro de 2008?

Para sanar esse problema, algumas editoras começam a atualizar os assuntos abordados em páginas especiais na internet. E o que andei vendo esses dias me provou que existe sempre espaço para inovação. As editoras de livros de línguas estão fundindo os dois formatos em um só. Quase não existe uma separação entre o livro físico e o eletrônico. Você é enviado de um meio para o outro constantemente. Lógico que para esse tipo de publicação era uma evolução esperada e que resolve alguns problemas logísticos. Se no passado a substituição de fitas cassete por CD’s e DVD’s já havia facilitado a distribuição, a internet contribuiu mais ainda para facilitar a venda desse tipo de leitura.  E abriu um novo canal para a comercialização dos produtos. Para se ter um sabor das possibilidades que esses livreiros estão gerando, visite o BusinessEnglishPod.

Agora, se você acredita que isso só se aplica a livros técnicos, não fique assim tão certo. Imagine o que poderia fazer a Rede Globo se decidisse utilizar toda sua estrutura a favor de maiores e melhores vendas. Você poderia comprar o livro A Casa das Sete Mulheres e ter acesso a um espaço exclusivo na globo.com para ver trechos especiais da mini-série produzida para a televisão. Isso para ficar no mais básico, pois as possibilidades são imensas. 

Volto ao tema, brevemente, com mais exemplos. Talvez quando o livro eletrônico chegar de verdade já não conheçamos mais a separação entre o físico e o digital.


Tecnologia não é assim tão difícil

03/04/2009

A gente sempre se surpreende com novas tecnologias e somos tomados por um certo medo em utilizá-las. Normalmente, o que se exige de nós é uma nova forma de fazer o que estávamos habituados de outro jeito. Talvez aí esteja a explicação do porquê as crianças e jovens se adaptam com tanta velocidade: eles não tem conceitos prévios, formas antigas, de se fazer as coisas.

Olhar para antigas tecnologias e pensar nos problemas que as pessoas tinham ao começar a utilizá-las pode ser um bom exercício para se espantar os atuais fantasmas. Melhor ainda se for com humor, como faz o vídeo abaixo. Bom divertimento.


O presente já não é mais o mesmo

10/03/2009

Karl Fisch é um professor de High Scholl dos Estados Unidos. Em Highlands Ranch, Colorado, uma cidade de 70 mil habitantes, para ser mais exato. Ele começou um blog em 2006, discutindo o futuro da educação e como a sua escola poderia se preparar para isso. Resultado de um apoio externo e uma decisão da diretoria de preparar melhores alunos. O objetivo final? Buscar soluções imediatas para formar pessoas mais preparadas para as mudanças que estão chegando.

Ele criou uma trilogia: What if?, que discute o que seria do presente se no passado as escolas não tivessem evoluído, apesar de opiniões contrárias, Did You Know, que aponta as mudanças no presente que não nos damos conta, e 2020 Vision, uma leitura do futuro daqui a 12 anos.

O vídeo abaixo, profissionalmente produzido para uma reunião da Sony, vale ser visto. É de assustar o que já temos de mudanças no presente, que a gente não percebe na correria do dia a dia.

 

PS – Obrigado pela dica, Márcia


O futuro é logo ali

03/03/2009

Empresa de tecnologia precisa pensar no futuro antes dele ser possível. Se não, não é tecnologia. Os vídeos abaixo apresentam a visão da Microsoft para o futuro daqui a dez anos, em 2019. Não preciso nem falar muito. Vale a pena ver todos eles.

O futuro da indústria

O futuro do varejo

O futuro dos bancos

O futuro da saúde